PORTUGAL - É um sucesso internacional o livro “O Código da Vinci”, do inglês Dan Brown: 40 milhões de exemplares vendidos e certamente outros tantos milhões de espectadores da versão para o cinema. Mas se trata de uma farsa. O que escrevo a seguir baseia-se, em parte, na carta pastoral do Arcebispo de Pamplona, D. Fernando Aguilar (veja a carta na íntegra abaixo). Como diria o Pe. Quevedo, o livro “é uma salada indigesta”. Mentindo, sem ficar vermelho, Brown afirma que “todas as descrições de arte, arquitetura, documentos e rituais secretos nesta novela são fidedignos”. Misturando, sem nenhum pudor, fatos históricos com invencionices, pretende nada menos que apresentar a “verdadeira” história depois de Cristo. A fórmula encontrada para tanto é a seguinte: Cristo não seria Deus, mas um homem comum, casado com Maria Madalena, com teve vários filhos, e com ela representaria a dualidade masculino-feminina (como Marte e Atenas, Ísis e Osíris). Seus descendentes, fundadores da dinastia Mero...
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