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A FARSA ARROGANTE DE PEDRO HENRIQUE

Senhores Conselheiros e Cidadãos Taubateanos, Ontem tivemos, como previsto, uma noite de circo e autoritarismo na posse dos novos Conselheiros da Saúde. Começou pelo mandonismo e má-educação do dito “secretário” de Saúde, o médico Pedro Henrique da Silveira, que com voz exaltada pretendeu comandar a reunião - sem mandato de quem quer que seja, pois não ocupa cargo eletivo (aliás nunca foi eleito para nenhum cargo político, embora tentasse, e muito). Secretario só fala no Conselho depois de pedir licença. Iniciou o “secretário” relatando crime de improbidade administrativa ao dizer que foram aprovados 792 cargos na Câmara para sua “secretaria” – sem ter sido ouvido o COMUS como determina a Lei 177/07. Em seguida, quis “nomear”, como se tivesse poder para tanto, um outro apaniguado de Roberto Peixoto, o Honesto, para comandar a reunião. O escolhido foi Jacir Cunha. O Regimento Interno os impediu e desmoralizou a ambos. Deu-se então o circo. Dúzias de f...

PREFEITURA TENTA SUFOCAR O CONSELHO DE SAÚDE

Senhores Conselheiros e cidadãos taubateanos, Venho apresentar-lhes uma grave denúncia. Em oposição aos princípios mais elementares da ética, da moralidade pública e mesmo ao Código Penal, a Prefeitura vem se mobilizando de forma brutal e violenta em relação à eleição da Mesa Diretora do Conselho Municipal de Saúde. Desde o início do mês, sob a coordenação do Sr. Jacir Cunha, assessor do Prefeito Municipal, o Executivo vem cooptando Conselheiros para montar uma chapa branca visando dominar, sufocar e fazer calar o Conselho. Assim, foi constituída uma chapa, ao arrepio da Lei Mun 177/07 e ao Regimento Interno do Conselho, com três membros que representam de forma direta ou indireta o Poder Executivo, o que é expressamente vedado por aqueles diplomas legais. Surpreendentemente, um dos membros dessa chapa, o Sr. Edson Gonçalves, conhecido como "Gatinho", foi Vice-Presidente da atual Mesa, a qual presido, e era um dos mais exaltados combatentes e co-participante de den...

Livrinho na net

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Uma cartilha eleitoral que publiquei em 2002: "Reflexões e critérios sobre as eleições". Está aqui: http://migre.me/3IphY

Em quem votar? Escolhi meus candidatos

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Caros cidadãos e cidadãs, Estas eleições mostram-se especialmente dificil para a escolha consciente. Frequentemente consultado sobre minha posição, venho a pública expô-la. Em primeiro lugar, desejo dizer que a escolha é pessoal e posso colaborar oferecendo critérios, embora não me furte em falar em quem votarei. Assim, apontaria: 1. Não votar por deboche - a escolha implica em escolher quem pode melhorar ou piorar a vida de milhões de pessoas. Ficam fora, portanto, os candidatos palhaços, humoristas, ladrões de cemitérios, boxeadores, mulheres frutas e da vida. A exceção dos ladrões, respeito todos, mas cada um em seu devido lugar. 2. Não votar em bandidos. Excluem-se os picaretas, demagogos, escroques e demais corruptos. E também os fichas-sujas, que, às vezes, não sao bandidos. Ah, assim como dos corruptos, livremo-nos dos espancadores de mulheres. 3. Não votar em "celebridades", cabeças-ocas, desempregados e oportunistas de véspera...

Minuto da Cidadania - #001 Ficha Limpa

Ouça o primeiro podcast do Minuto da Cidadania. Veja que a Ficha Limpa é de mão-dupla: serve para os políticos e também para os eleitores. Saudações republicanas!

A carta de Sandra Starling

Starling é ex-deputada federal e militante fundadora do PT, assim, como eu, de certa forma. Seu nome era referência nos meus tempos de Pastoral Universitária, no já longínquo curso de engenharia na amada EFEI, em Itajubá. Hoje ela desfiliou-se do PT, após a imposição de Lula de que o partido abri-se mão de uma candidatura legítima e escolhida democraticamente para apoiar o pemedebista Hélio Costa. E escreveu uma carta de despedida que poderia ter sido a que não escrevi ao me desfiliar do PT em 2002. Peço-lhe licença para assinar embaixo. " “Manda quem pode, obedece quem tem juízo” Ao tempo em que lutávamos para fundar o PT e apoiar o sindicalismo ainda “autêntico” pelo Brasil afora, aprendi a expressão, que intitula este artigo. Era repetida a boca pequena pela peãozada, nas portas de fábricas ou em reuniões, quase clandestinas, para designar a opressão que pesava sobre eles dentro das empresas. Tantos anos mais tarde e vejo a mesma frase estampada em um blog jornalístico como con...

Divisão do tempo em mosteiro

ROTINA NUM MOSTEIRO BENEDITINO 04:40 despertar 0:25 05:05 oração matutina 0:40 05:45 meditação pessoal 0:30 06:15 missa conventual 0:45 07:00 café, em silêncio 0:10 07:10 leitura espirituais ou psicológicas 0:50 08:00 trabalho administrativo 4:00 12:00 oração 0:20 12:20 almoço 0:25 12:45 sesta 0:45 13:30 trabalho administrativo 3:30 17:00 banho 1:00 18:00 vésperas cantada 0:30 18:30 caminhada pelo claustro, silêncio 0:10 18:40 ceia, si...

Dia da Mulher

Ainda que quase tardiamente, meu louvor àquelas que são imagem e mensageiras da suavidade de Deus: as mulheres!

A novela do orçamento

Caros, depois de três dias de debates/embates exaustivos, fechou-se um acordo sobre o orçamento. O que entreguei aos senhores vereadores foram dois exocets (vide google :) 1 . Um total de 57 emendas; 2. Margem de remanejamento de 2% sobre cada item (ação) do orçamento e não sobre o montante. Ou seja, ao invés de 2% sobre R$ 461 milhões, 2% sobre rubricas (itens) chutados que, em alguns casos, estão lançados como R$ 1.000,00. Na prática, logo a seguir o Prefeito precisará pedir licença para a Câmara para lançar valores reais, o que reabrirá a discussão. Bem, fechou-se o seguinte: 1. Um dos exocets foi mantido: a margem de 2%. 2. A maior parte das emendas foi perdida. Protestei veementemente, oportuna e inoportunamente, e insisti que, pelo menos, as emendas coletivas fossem mantidas, o que foi ouvido pelos vereadores presentes - entre essas emendas a de R$ 3 mi para a ampliacao do Pronto Socorro. Enfim, dife...

"Menino Jesus da minha aldeia"

(Para meu mui querido amigo Zeymard, que o Menino já levou para Si) Poema do Menino Jesus Fernando Pessoa Num meio-dia de fim de Primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer à terra. Veio pela encosta de um monte Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Hoje vive na minha aldeia comigo. É uma criança bonita de riso e natural. Limpa o nariz ao braço direito, Chapinha nas poças de água, Colhe as flores e gosta delas e esquece-as. Atira pedras aos burros, Rouba a fruta dos pomares E foge a chorar e a gritar dos cães. E, porque sabe que elas não gostam E que toda a gente acha graça, Corre atrás das raparigas Que vão em ranchos pelas estradas Com as bilhas às cabeças E levanta-lhes as saias. Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro. Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava. Ele é o humano que é natural. Ele é o divino que sorri e que brinca. ...

VISITAT - "visão tátil" para cegos

Lendo nos jornais sobre o apagão, vi que alguém o relacionou com o tema da cegueira - o apagão perpétuo. Resolvi desenterrar uma idéia antiga e mandei o e-mail abaixo para meus colegas de EFEI: "Caros, Lembrei de um projeto que há tempos (mais de 20 anos) pretendo desenvolver: um dispositivo que batizei de "visitat", para uso de cegos. A idéia é simples: captar imagens, reduzí-las a baixissima resolução e reproduzi-las numa matriz de hastes finas (agulhas sem ponta) que transformaria a imagem num alto-relevo. A matriz de agulhas seria em arranjo semelhante ao das agulhas de impressoras matriciais. Sua dimensão seria em torno de 16x12 agulhas. Essa matriz, colocada sobre a ponta de um dedo, permitiria a um cego ter uma "visão-tátil" - no mínimo, em tese, "tatear" claros e escuros. Preciso de sugestões quanto à camera a usar, como processar essa imagem num dispositivo portátil (um celular com câmera, adaptado?) e sobre a interface...

2.ª Oficina da Transparência: "Orçamentos Municipais e Participação Democrática"

Você sabia que tanto o Prefeito quanto os Vereadores não podem fazer nada que não esteja previsto no Orçamento Municipal? Assim como a Reitora da Unitau e o diretor do Hospital Universitário? Que as obras, os investimentos, as contratações, as melhorias que a cidade precisa têm que estar previstos no Orçamento Municipal? Que o Prefeito não pode decidir sozinho o que vai ser feito na cidade, mas sim executar o que estiver previsto no Orçamento? Que, por lei, o Prefeito e os Vereadores são obrigados a ouvir a população na elaboração do Orçamento Municipal? Não sabia? Então venha participar da Segunda Oficina da Transparência Taubaté! "Orçamentos Municipais e Participação Democrática" A Transparência vai mostrar como devem ser elaborados os orçamentos e o seu papel decisivo na administração dos municípios. Mas vai mostrar também como Prefeituras e Câmaras costumam fraudá-los. Quando : 6 de novembro, próxima sexta-feira, das 19h00 às 22h00. Onde : Faculdade Dehoniana (Av. Franc...

Vergonhoso atraso

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CONEXÃO TAUBATÉ Joffre Neto – joffreneto@joffreneto.com.br VERGONHOSO ATRASO No ultimo final de semana participei das comemorações dos 25 anos da minha turma de engenharia, na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI, ex e saudosa EFEI). Assisti a uma palestra motivadora, empolgante, do reitor, Prof. Renato Nunes. Falava ele da função social da universidade, do seu compromisso com a nação. Temos avanços recentes, mas há ainda enormes desafios a vencer. Um único índice demonstra isso: somos talvez a 12.ª economia do mundo, mas estamos em 75.º lugar em desenvolvimento humano. Como superar esse abismo é sabido por todos: investir principalmente em educação. Nesse sentido, como a universidade pode colaborar? Superando, em primeiro lugar, a visão reducionista que lhe é suficiente formar bons profissionais. Precisa ir além: colaborar na construção da nação. Um exemplo: não há país que possa se desenvolver sem produzir tecnologia (até o momento, somos, quase exclusivamente,...

Lei de Responsabilidade Social

Um dos avanços institucionais recentes do país foi a promulgação da chamada Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF. Desde sua vigência ficou vedada, entre outras coisas, a farra dos Executivos, em especial dos prefeitos, de inchar a folha de pagamento com apaniguados, desviando para salários desnecessários recursos essenciais que deveriam ser aplicados em investimentos públicos. Desde maio de 2.000 (data da promulgação daquela lei), ficou também proibido o endividamento sem lastro, de último ano de governo, e os orçamentos super-avaliados (em Taubaté, essa super-avaliação chegou ao recorde surrealista de 160%). Ainda quanto à questão da folha de pagamento, para se avaliar corretamente sua importância, tomemos, como exemplo, o orçamento proposto para São Luiz do Paraitinga em 2.010, estimado em R$ 22 milhões. Lá, tipicamente, há três vezes mais funcionários municipais que a já inflada administração peixotista, também por exemplo (um servidor para cada 21 habitantes, contra um para 6...