Blog do Joffre Neto

quarta-feira, julho 16, 2014

NOTICIAS DO MANDATO - EMENDAS À LDO




  1. Mais um dia de trabalho intenso: para garantir que as emendas que fizemos a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO fossem efetivamente transformadas em lei, temos tido que superar inúmeros obstáculos - que depois relataremos aqui.
    Hoje, por exemplo, dispendemos o dia, eu e minha chefe de gabinete, Isabel Camargo Pereira Matias, revisando cálculos, conferindo unidades e classificação de despesas, medindo extensões de avenida, tudo porque a Prefeitura simplesmente nega-nos acesso aos dados públicos que compõem o orçamento municipal.

    Na realidade, os fornece, mas apenas em papel, sonegando os arquivos digitais e obrigando-nos a um absurdo esforço de lançamento manual de informações.

    Mas há exatos 15 anos que luto para incorporar emendas ao orçamento visando atender, entre outros objetivos, entidades sociais, e até ser processado pelo Ministério Público por isso, não vou esmorecer por barreiras tão estúpidas e desrespeitosas como essas.

    Aos poucos, para não ser muito cansativo, vou informando aqui as emendas que propus e a sequência de obstáculos que nos interpuseram - desde a Câmara, Prefeitura, Ministério Público e Judiciário.

    Cordiais saudações!

RECAPEAMENTO DA AV. SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS




Caros,
Mais uma vitória: vamos recapear a Avenida Sagrado Coração de Jesus.
...
Em audiência com o Prefeito Ortiz Junior em 01.07.14, obtive dele o compromisso de recapeamento da via que caracteriza nosso bairro ainda este ano, no prazo máximo de noventa dias.
...
A avenida tem um total de 600m de extensão e há muito os moradores reclamam sua revitalização.

sábado, julho 12, 2014

SEMÁFORO COM BOTOEIRA NA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS x BARRETO LEME


Há alguns meses solicitei a Eng.a Lola algumas melhorias no trânsito do nosso Distrito I, visando principalmente a segurança de nossos moradores.

Assim (1) foi reinstalado o semáforo em frente a Matriz do Sagrado Coração de Jesus; (2) implantado um novo semáforo na esquina Paraná com José Vicente de Barros; (3) restaurada a sinalização horizontal da Rua Bahia e (4) instalado um semáforo de três tempos na esquina da Barreto Leme com Av. Sagrado Coração de Jesus.

Bem, apesar do avanço deste último semáforo, ainda era perigoso para os pedestres, que, se conseguiam evitar os carros num sentido, eram colhidos pelo movimento em outro. Solicitei ali a implantação de focos para pedestres, com botoeira.

Foi instalado hoje, sábado, dia 12, pela manhã.
Agora vc pode atravessar com segurança! (Eu mesmo testei há pouco, ao fazer estas fotos - e vc sabe que ando devagar, rs).

Basta apertar o botão na botoeira e esperar (botoeira que, aliás, é preparada para o uso de deficientes visuais, com inscrição em Braille e alerta sonoro).

Qualquer sugestão de melhoria, nos comunique!

NOVE DE JULHO



Mais um efeito colateral da Copa: o completo esquecimento da Revolução de 1932. Estamos em pleno feriado em sua comemoração e nos dois principais jornais de São Paulo nem sequer uma linha sobre a saga dos bravos paulistas que tombaram por um ideal.

Reproduzo abaixo a crônica que escrevi no ano passado:

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NOVE DE JULHO

Passei a minha infância ouvindo mamãe relatar a "guerra" de 1932: as escolas evacuadas às pressas, minha bisavó portuguesa enrolando numa toalha a sagrada imagem do Santo Cristo (seu único vínculo com a longínqua Ilha de S. Miguel, Açores - hoje preservada por meu tio Ambrosio Guimaraes Netto), e fugindo para as vargens do Rio Entupido, com as crianças agarradas as barras de sua volumosa saia açoriana, apavoradas e sem bem compreender o que acontecia - tanto as crianças quanto ela -, deixando para trás a casa vazia, sem guarda, a ponte do Paraíba dinamitada para impedir a passagem das tropas federais, e a ameaça do "trem blindado", que arrasaria tudo.

Depois, as terríveis batalhas rurais, em que as balas traçantes, tais como "botões de brasa vermelha", sibilando entre os morros, pareciam que, a qualquer momento, iriam incendiar as ressacadas e frágeis coberturas de sapé das casinhas de caboclo. Aos adultos causavam pavor; às crianças, curiosidade, reprimida a sapecadas nervosas, quando enfiavam os narizes pelas frestas das janelas para ver aquele fascinante espetáculo mortal.

E os vôos dos "vermelhinhos" - os biplanos getulistas, que aterrorizavam as tropas e a população, que temiam quando eles "botavam um ovo", da morte - apesar da mira precária.

A marcha das tropas, com "perneiras envernizadas reluzindo ao sol", se movimentando em sincronia hipnótica, arrancando das estradas de terra sons nunca ouvidos naqueles cafundós: a batida surda e amedrontadora de botas militares.

A alegria ingênua das crianças quando o "filho da Diolinda, um negrão forte", veio, de repente, visitar a mãe e trouxe-lhe uma novidade: uma lata de bolachas de campanha, jogada do alto cavalo, do qual ele sequer apeou pela urgência de voltar ao front.

Mas também o horror da guerra. A "guerra" era em miniatura, mas seus danos em escala real: o saque das fazendas; o casamento interrompido e o noivo, que ousou resistir, jogado alpendre abaixo pelos soldados cariocas; os bens confiscados; os corpos enterrados em covas anônimas naqueles campos ermos; os filhos e maridos que se foram e nunca mais voltaram.

E, finalmente, os feridos de guerra, incapacitados para voltar a sustentar suas famílias, jogados nas agruras mais amargas, abandonados pelo governo que os convocara, como se nada lhes devessem. Bem se lembram seus filhos, como meu primo Roberto de L orena.

E no dia em que esses heróis deveriam ser reverenciados e as causas da Revolução Paulista amplamente debatidas, mal se sabe o que se comemora neste feriado, lembrado, de tangente, em notinhas secundárias, mesmo nos dois principais jornais desta terra.

ADEUS, PROF. PLÍNIO



(ouça este texto clicando aqui)

A morte ontem do Prof. Plínio foi impactante para todos nós formados na fé compromissada com a justiça social, que militamos nos movimentos de Igreja, e daí para os partidos políticos. É uma perda irreparável. Discordo da tolice atual, materialista, que diz que "ninguém é insubstituível". Pelo contrário, ninguém é substituível. Por exemplo, Plínio de Arruda Sampaio.

Era para mim referência de idealismo, competência, persistência, dignidade e coerência. Sua história servia-me de inspiração. Em patamares muito diferentes - pois ele estava lá em cima - trilhamos alguns caminhos semelhantes. Ele na JUC - Juventude Universitária Católica; eu, na Pastoral Universitária; eu e ele, vicentinos; a carreira política, a experiência no exterior; a experiência no Parlamento; a minha tentativa de contribuição para o pensamento político; a sua contribuição decisiva neste campo.

Nos encontramos várias vezes. Recordo-me de ter sido recebido nesta sala de sua casa em São Paulo, lá no já distante ano de 2002, para lhe apresentar minha tese sobre (a farsa dos) governos municipais.

Com extrema atenção e cortesia, ainda convalescendo de um outro câncer, recebeu-me por mais de uma hora e disse-me uma daquelas frases de grandes personalidades que conheci e coleciono, porque mudaram minha perspectiva: "A Igreja precisa conhecer sua tese. Fica-se, muitas vezes, centrada em enfrentar a questão política sob o aspecto moral, e se esquece do aspecto institucional, que é fundamental, porque condiciona e limita as opções morais."

Em outra oportunidade, no evento do Conselho Nacional de Leigos do Brasil, creio que em Itaici, surpreendi-me quando disse que moderava suas palavras na tribuna da Câmara Federal por ser um parlamentar cristão, em que a temperança e a doçura precisam estar sempre presente. Não deveria, mas soou como novo para nós que exercíamos o mandato dentro do PT em que éramos condicionados a uma postura ácida.

Por fim, ele tinha laços com nossa cidade de Taubaté. Sua família é originária daqui e com ele aprendi muito da nossa história não contada, dos bastidores da política na Republica Velha.

Que São Thomas Morus, nosso patrono, o receba de braços abertos, pois combateu o bom combate.

https://soundcloud.com/joffre-neto/adeus-prof-plinio-sampaio

quarta-feira, julho 09, 2014

A HUMILHANTE DERROTA - MAS VALE A PENA REFLETIR



(Em vez de ler, você pode ouvir este texto clicando aqui)

Há muitos anos um professor na EFEI - Escola Federal de Engenharia de Itajubá, o Buguru, descreveu-me dois tipos de profissionais: um, é o que cresce devagar, mas sustentavelmente: como um pedreiro cuidadoso, ele coloca, solidamente, tijolo por tijolo, e faz fiada por fiada, na construção de uma base para alcançar uma meta lá no alto. Leva tempo, mas, se persistir, vai alcançá-la, sem susto.

E há o outro, que pode chegar à frente do primeiro e ainda com muito menos esforço: ao invés de assentar tijolo por tijolo, coloca um pé numa pedra aqui, outro acolá, dependura-se num ramo de árvore próximo, balança-se, projeta-se para cima e, num último esforço, estende o braço e toca a meta. De lá, olha para baixo e ri-se do outro, para ele, “bobo”.

Bem, é o que se chama de esperto. Mas uma hora a esperteza pode não dar certo: a sorte, sempre incerta e não edificável, acaba e, ao invés de conseguir dependurar-se, ou quando tentar apoiar o pé numa rocha, pode escorregar e esborrachar-se no chão.

Será que - sem complexo de vira-lata - não aconteceu isso com nossa seleção, em contraste com a seleção alemã?

A sequência de nossos resultados contra Croácia, Camarões, Chile e Colômbia, foram frutos de superioridade mesmo ou lances de sorte como, por exemplo, quando escapamos da eliminação pelo Chile, nas oitavas de final, porque a bola lançada por Pinilla acertou a trave, deixando-os “a um centímetro da glória”?

Será que não nos deixamos, como de costume e por falta de base sólida, nos inflar de uma crença cega, do tipo “sou brasileiro e não desisto nunca” ou “o campeão voltou”, ou ainda, “o gigante acordou”?

Digo “crença cega” para distinguir da “crença inabalável”: esta vê o perigo, reconhece as próprias fraquezas, o tamanho da adversidade, mas, a despeito de tudo, de olhos abertos, abre o peito e avança. A primeira, não, vê apenas a própria força, real ou ilusória, baseada em sucessos que a fortuna, incerta, repito, lhe proporcionou no passado. Não vê o perigo, ignora as tormentas e ... pode acabar naufragando.

Hora de refletir. O futebol, para nós (e não só para nós!) tem dimensão muito maior que um mero esporte, um mero jogo.

Em todo caso, avante Brasil! - porque amanhã a vida continua.


terça-feira, julho 08, 2014

ZUNHIGA: A MALDADE, SEM ARREPENDIMENTO

Não, Zunhiga não se arrependeu: fez por querer, sem dó, a sangue frio. Logo após ferir Neymar, logo após cumprir seu intento declarou, cinicamente: "aconteceu com Neymar como podia acontecer com qualquer um." - "Aconteceu"? Como assim? Foi uma fatalidade, decorrente de causas naturais, imponderáveis, imprevisíveis, acidentais?

"Aconteceu"? - Não, não aconteceu, foi causado por você, Zunhiga, estúpido cavalar, sem a inocência do cavalo, disfarçado de jogador, de esportista. Seu próprio nome soa como uma onomatopéia de maus presságios: Zunhiga.

Mas você já foi julgado e condenado pelo povo, execrado, e lançado no rol daqueles que são capazes de qualquer coisa para alcançar um objetivo



- mesmo às custas da dor e da destruição do semelhante.

segunda-feira, setembro 30, 2013

O SUPOSTO 14o. SALÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE TAUBATÉ


Recentemente o jornal "Gazeta de Taubaté" e "Ovale" noticiaram que a Câmara concederia 14o. salário - sem bem explicar como. Entre outras interpretações, pensou-se que a tal medida concederia mais um rendimento imoral aos vereadores.
A notícia é falsa.

Realmente é uma despesa adicional, mas não é 14o. salário como a imprensa mentirosamente divulgou. É um abono, linear para todos os cargos, de R$ 2.000,00. Socialmente é ate mais justo: o servidor com menor vencimento praticamente o terá dobrado.

Mas é preciso esclarecer: não é para vereadores, que não tem "salário", mas "subsídio", ou seja: não é acompanhado de férias, horas-extras, fundo de garantia, nem 13o - e muito menos 14o salário!

É uma iniciativa de quatro vereadores da Mesa. Vejo que é uma questão delicada, porque se tornou uma praxe dos últimos anos na Câmara Municipal e cortá-la subitamente traria um impacto grande, principalmente para os servidores de menor rendimento, aos quais me referi.

De outro lado, causa mal-estar quando se compara com os vencimentos de outro poder municipal, qual seja, a Prefeitura.

Lá, por conta da gestão irresponsável e criminosa de Roberto Peixoto, não se pode sequer dar a correção monetária devida, muito menos aumento ou abono.

O que dá maior confusão é que não é sabido que Prefeitura e Câmara são órgãos absolutamente independentes, com políticas de pessoal próprias.

quinta-feira, março 22, 2012

ESTADO CANALHA

A ciência política classifica os estados em diversos tipos: patrimonialista (a coisa pública usada em benefício próprio, como em Corrupté); burocrático (no sentido weberiano, de máquina racional, profissionalizada, formal e impessoal) e o gerencial (um degrau acima, em que a eficiência e a eficácia dos serviços públicos passam a ser priorizadas). Para nós outros, brasucas, há uma modalidade nacional do estado patrimonialista: o estado canalha.

Experimentei-o com maior intensidade na semana passada. Descia eu a serra de Campos do Jordão e fui abordado por um educado policial rodoviário: o radar com reconhecimento de caracteres lera a placa do meu carro e foi verificado que a licença estava vencida. Em ocasiões tais surpreendo-me e resigno-me ao mesmo tempo, porque sei que a memória sempre me trai e, de fato, tinha comigo que tinha pago a licença com três meses de antecedência (janeiro), mas na realidade tinha pago com nove meses de atraso e, assim, fiquei irregular em mais de ano.

Começa aí o pesadelo kafkiano. O policial disse-me que o carro seria apreendido e eu não podia seguir viagem. Perfeitamente, respondi. Peço para alguém vir me buscar, vou até o banco e pago a licença. “Não senhor. O carro vai ser guinchado até Taubaté”. Que isso?! perguntei. Há espaço aqui, por que meu carro não pode ficar estacionado? “Está no código de trânsito”, respondeu. Em questão de minutos um guincho já havia chegado, bocarra aberta para engolir meu “veículo” (as multas são redigidas em português – veículo – e nós falamos brasileiro - carro). Cordialmente, o comando da rodoviária e o próprio policial, franqueram-me transporte numa viatura ou a possibilidade de vir de carona no caminhão de guincho

O carro foi ao famigerado pátio de recolhimento por volta das 16h00. No dia seguinte, (1) Poupatempo (ilha rara de estado moderno); (2) polícia rodoviária (novamente um policial educado, com o plus de ser bem informado e muito atencioso); (3) pátio do guincho; (4) banco; (5) pátio do guincho novamente e vem a conta do dito: R$ 370,00!! Como é? perguntei, estarrecido. “Simples”, disse o funcionário. “Taxa de guincho (R$ 120,00); deslocamento (R$ 4,00/km) e duas diárias (R$ 40,00).” Duas diárias? Por menos de 20h de permanência? “Mesmo que o senhor tivesse entrado aqui às 23h30 de ontem, seriam cobradas duas diárias. Tá na portaria do DER.”

Vejamos os absurdos. Estamos sob o império de um estado canalha, com leis formuladas engenhosamente como oportunidades de negócios.

Primeiro, pelo atraso de uma licença de R$ 60,00 sou multado em R$ 560,00 (R$ 190,00 mais R$ 370,00). E o princípio elementar da proporcionalidade? Segundo, por que o carro não pode ficar retido por, digamos, 24h no próprio pátio da rodoviária? Em caso de inação, ai sim a mão brutal do estado poderia levar para um pátio. Terceiro, se o estado pode usufruir da tecnologia avançada de radares inteligentes, por que não cobrar a multa no local, em espécie, ou via cartão de crédito ou de débito como em países civilizados? Mas não, a lógica do estado canalha é outra: tecnologia é para onerar o cidadão, nunca para fazer justiça. Explica-se assim parte da birra do brasileiro em seguir a lei, porque sabe-a irracional e injusta em grande parte.

A situação do tal guincho daria um tratado de como intimidar, afrontar e extorquir cidadãos indefesos por meios legais. Exemplo acabado de como uma necessária disciplina pode ser, ao mesmo tempo, vista e concretizada como uma infinita oportunidade continuada de ganhar dinheiro. Trata-se do código de trânsito brasileiro. Lembram-se do esquecido estojo de primeiros socorros? Oportunidade descomunal de ganho: milhões de veículos, que renderam milhões a fabricantes. O tal pátio de recolhimento, oportunidade ainda maior. Só o pátio da SITRAN, em Taubaté, tem cerca de 2.000 veículos apreendidos administrativamente, o que, mesmo com cobrança máxima de 30 dias de pátio, gera a fábula de cerca de R$ 2.400.000,00/mês!

Se não fossem pessoas corretas, graninha tal daria, se fosse em Tocantins, para comprar juiz, desembargador (baratinho: R$ 15.000,00 o voto), diretor, deputado, policiais corruptos, secretários, etc. Imagine a gratidão que os 33 concessionários (só em SP) desses pátios têm pelos deputados que aprovaram essa enormidade no Congresso Nacional. Imagine se todos os envolvidos nessa corrente de acinte ao cidadão não se sentirão motivados a contribuir, vida afora, com as campanhas e finanças dos autores dessa patranha.

Não vai ficar assim. No que depender de mim, divulgarei aos quatros ventos e usarei todos os recursos da internet para uma mobilização visando mudar a lei – que indigna os próprios policiais honestos que conheci neste episódio.

terça-feira, fevereiro 07, 2012

COMPRAS DE UMA ADMINISTRAÇÃO SUSPEITA - DEZEMBRO 2011 Mataveli/Carolino ataca de novo.


Lembram-se do tal de Carolino, o dos "ovos de ouro", mas que vendia de pneu de avião a ostras tailandesas? Pois bem, seu dono, Paulo Mataveli, que confessou ao OVale que Carolino era seu testa-de-ferro, ou equivalente, continua vendendo para a Prefeitura!

E mais, como "o lobo perde o pelo mas não perde o vício", com valores superfaturados, de novo.


Frango resfriado, encontrado por R$2,47 o gajo vende para a Prefeitura, para ser pago com nosso dinheiro, por R$ 4,63! Veja aqui: (http://www.aveworld.com.br/cotacoes/post/frango-em-sp-indice-cepea),

Carne bovina patinho, de R$ 11,90, o tipo vende por R$ 14,50! Veja aqui: http://www.mercadomineiro.com.br/produtosup.jsp?cod=131


Socorro, Promotor Dr. Sampaio! Faça alguma coisa!
O remuneramos muito bem para isso (mínimo de R$ 22.000,00 de salário)!
Socorro, Câmara de Taubaté, os remuneramos bem também!

O arquivo completo das compras que preparei também está aqui: http://www.4shared.com/office/-XnY-ap_/2011_-_12_-_dez_-_compras_PMT_.html

COMPRAS DE UMA ADMINISTRAÇÃO SUSPEITA - NOVEMBRO 2011 Refeições a R$ 196,90 cada.




Continuando nosso esforço de transparência, publicamos, conforme nosso tempo permite, as compras que Prefeito e sua trupe fazem.

Destaques de novembro 2011 a seguir (o arquivo completo, organizado e hierarquizado está aqui: http://apps.facebook.com/divshare/?controller=download&file=16676239-f4c )

Veja nos "Destaques" um tal "almoço e lanches".
Custou R$ 4.898,00 para os nossos bolsos.

Foram lanches da manhã e tarde para 160 pessoas e almoço para 20, num evento de Da. Lulu, na ação orçamentária "2153-Manutencao dos Conselhos do Municipio de Taubate". Que forneceu foi PRISCILA FEITOSA ME.


Eis o menu:
Almoco: arroz primavera e um pouco de arroz branco,feijao com caldo, farofa
- carne fatiada a molho de madeira e frango
- salada verde
Cafe da manha e da tarde:
- pizza enrolada, torta e bolo
- paezinhos com frios e salada
- cafe, leite e suco

Considerando que um café-da-manhã fica entre R$2,00 e R$4,00 (aqui:http://migre.me/7J4vs), tomemos um valor médio de R$ 3,00 para o lanche.
Assim, os lanches custaram 160 x 2vezes x R$ 3,00 = R$ 960,00
Ou seja, o almoço saiu pela bagatela de (4.898,00 - 960,00)/20 = R$ 196,90!

Socorro, Dr. Sampaio! Faça alguma coisa!


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O arquivo completo das compras também está aqui: http://www.4shared.com/office/-5wsohhJ/2011_-_11_-_nov_-_compras_PMT_.html